Administra o teu Blog

Cria o teu Blog Já! Fácil e Grátis

Instituto Nacional Sem Solução

Tortura e Humilhação +*+
GravatarDINEY MONTEIRO.APENAS MAIS UM BRASILEIRO PROCURANDO VIVER COM DIGNIDADE +*+ tel: 21-33343453

Se quiseres escrever-me

justiça inda que tardia

zoiuda.jpg 

Brasília – A decisão de Receita Federal de cobrar a contribuição previdenciária sobre o aviso prévio indenizado azedou ainda mais o clima entre empresários e governo em torno do quadro de aumento demissões e deve provocar uma onda de ações preventivas na Justiça para evitar autuações dos fiscais. A cobrança está sendo considerada ilegal e inconstitucional porque a legislação brasileira estabelece que a contribuição ao INSS incide sobre o trabalho – e o aviso prévio é uma verba indenizatória.

Segundo o advogado João Ricardo Jordan, especialista em contribuições previdenciárias do escritório da Porto Advogados, o Decreto 6.727 de 12 de janeiro deste ano, que institui a cobrança, provocou um “choque” entre os empresários e teve como objetivo dificultar a rescisão dos contratos de trabalho nesse momento de crise econômica. “Foi um choque para os empresários e a distorção de uma situação que era tranquila. Todos tratavam a contribuição sobre o aviso prévio como não devida e, agora, parece que o governo descobriu a América. Ela nunca foi devida, porque é uma indenização”. Jordan ressaltou que a Lei 8.212 de 1991, que trata da Previdência Social, estabelece que a contribuição previdenciária deve incidir sobre a remuneração paga ao empregado destinada a retribuir o trabalho. “Como o próprio nome diz, aviso prévio já dá para entender que não é remuneração”, acrescentou. Segundo ele, a empresa paga o aviso prévio como uma indenização em razão de rescisão abrupta do contrato do trabalho. Para ele, a decreto é ilegal, porque fere a Lei 8.212, e inconstitucional porque a Constituição diz que a contribuição ao INSS incide sobre salário. (AE)

 http://www.gazetadosul.com.br/default.php?arquivo=_noticia.php&intIdConteudo=107920&intIdEdicao=1680

############

Davi Venturino
Jaú - A Procuradoria de Justiça de Jaú (47 quilômetros de Bauru) vai entrar com uma ação civil pública contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para que tome medidas a fim de agilizar os processos de revisão de aposentadoria, o processamento de recursos e a adequação física do prédio para oferecer acessibilidade aos portadores de deficiência.

O procurador do trabalho Marcos Salati confirmou que prepara a ação civil pública, mas não tem data definida para ser proposta. “Na verdade são duas questões. Uma relativa à acessibilidade - porque o prédio não seguiria às normas corretas relativas à acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência - e a outra da falta de servidores e materiais (de trabalho)”, detalha Salati.

O procurador lembra que já foi verificada a falta de servidores no órgão e também de materiais de trabalho. “Por exemplo, computador, para poder agilizar a tramitação destes processos”, diz. Segundo ele, é comum a Procuradoria se manifestar com mandado de segurança contra o INSS devido ao atraso na apreciação de processos de revisão ou de processamento de recursos que demoram para ser finalizados.

Salati explica que uma das maiores reclamações da população contra o órgão diz respeito às perícias. No entanto, segundo Salati, isto já teria sido resolvido.

O procurador ressalta que os problemas apontados no órgão em Jaú é generalizado no Brasil. Ele lembra também que se o INSS quiser tem autonomia administrativa para se readequar às questões que envolvem servidores e materiais de trabalho.

http://www.jcnet.com.br/

Não há Comentários »

    SIMPLES, RÁPIDO navegador MOZILLA

TrackBack URI

Deixar um Comentário


<a href> <em> <blockquote> <strong> <cite> <code> <ul> <li> <dl> <dt> <dd>

clame pelos seus direitos, cumpra seus deveres